Anitápolis, que fica a menos de duas horas de Florianópolis, atrai visitantes que buscam tranquilidade e contato com a natureza durante a época de folia
Enquanto a capital entra em ritmo intenso de Carnaval, destinos da Serra Catarinense ganham protagonismo entre viajantes que preferem aproveitar o feriado longe das multidões.
A cerca de 97 quilômetros da capital, Anitápolis tem se consolidado como alternativa para quem busca descanso, silêncio e conexão com a natureza durante a época de folia.

O movimento está ligado a uma mudança na forma como os brasileiros escolhem viajar em feriados prolongados.
De acordo com Mônica Medeiros, CCO da Seazone, maior gestora de aluguel por temporada do Brasil, cresce a preferência por destinos que ofereçam descanso e conexão com a natureza, especialmente em datas marcadas por alto fluxo turístico.
O Carnaval, segundo ela, é um dos períodos que mais evidenciam esse novo perfil de viajante.
“Notamos um crescimento na procura por empreendimentos como o Vistas de Anitá, em Anitápolis, que atendem um público interessado em desacelerar”.

Localizado na Serra Catarinense, o Vistas de Anitá é um complexo de cabanas instalado em um terreno de 28 hectares em Anitápolis.
Desenvolvido pela Seazone, o empreendimento conta com trilhas e cachoeiras em área privativa e foi pensado para receber visitantes que buscam tranquilidade e contato com a natureza.
Com a expectativa de que Florianópolis registre um público semelhante ou até superior ao do ano passado, quando mais de 1,5 milhão de foliões passaram pela cidade, cresce também o número de pessoas que optam por se afastar dos grandes eventos e fugir para refúgios, como o Vistas de Anitá.
Para Mônica, o cenário reflete uma transformação na forma de encarar datas tradicionalmente associadas à festa.
“O Carnaval deixou de ter uma única motivação de viagem.
Enquanto parte do público busca a folia, outra prioriza silêncio e privacidade.
Esse contraste explica por que destinos mais calmos ganham relevância justamente em feriados de grande movimentação”, conclui.
Juliana Carvalho
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Por: Rosilene Bejarano